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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Voluntariado Empresarial: Schneider Electric Brasil

A Schneider Electric Brasil atua ativamente com projetos sociais voltados à melhoria de vida da população. Atualmente a empresa está com 2 projetos ativos, no Ceará.

Saiba um pouco mais sobre estes projetos e inspire-se em fazer o bem.

PROJETO 1

O projeto Schneider na Comunidade atua na Comunidade de Eusébio, Ceará. O trabalho teve início em 2013 e conta com 70 voluntários. Eles atuam ministrando aulas em um curso de Introdução à Tecnologia.
O curso acontece em uma sala de aula devidamente estruturada na Unidade Schneider Electric Fortaleza e os atendidos são jovens estudantes da comunidade do entorno, muitos deles filhos de funcionários da operação fabril.
Os voluntários atuaram desde o processo de concepção, planejamento e execução do projeto. Os jovens atendidos tiveram a oportunidade de aprimorar sua formação, capacitando-se para o mercado de trabalho e contribuindo para o desenvolvimento local através dos projetos

PROJETO 2

Já o projeto Fênix atua na Comunidade de dependentes químicos Alfa & Ômega, localizada em Pindoretama, Ceará. O trabalho também teve início em 2013.
São 15 voluntários que atuaram desde o processo de concepção, planejamento e execução do projeto. Está sendo desenvolvido um treinamento na área de elétrica e eletrônica para os internos da instituição.
O treinamento tem diversas etapas, de acordo com a fase de tratamento enfrentada por cada um dos internos. Ao final do treinamento, os egressos têm a oportunidade de fazer um estágio na Schneider Electric Fortaleza e ainda podem organizar-se para prestar serviços em um centro de reparos a ser organizado na própria instituição Alfa & Ômega.
Além de colaborar com processo de recuperação dos internos, capacitando-os profissionalmente, o projeto é capaz de gerar renda para a instituição.



sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Perfil Voluntário: Cristina Faria de Castro Brandão, 51 anos de idade

Quando começou a fazer trabalho voluntário?
Cresci numa família onde, principalmente, as mulheres da família praticavam rotineiramente ou esporadicamente trabalho voluntário. Inúmeras vezes quando adolescente trabalhei como voluntária na Feira da Bondade, organizada pela APAE, auxiliando minha mãe e também no dia do Mc Dia Feliz, organizado pelo GRAAC.

Onde trabalha como voluntário?
Atualmente sou voluntária na Fundação Dorina Nowill para Cegos

O que faz como voluntário?
Na Fundação Dorina comecei o trabalho voluntário na área financeira, que é minha formação profissional, e depois passei para a área de Marketing com a inclusão de matérias veiculadas na imprensa no site da instituição. As reportagens eram relacionadas à deficiência visual e também sobre a Fundação Dorina. Atualmente sou Diretora Voluntária e Membro do Conselho de Curadores da Instituição.

Por que resolveu começar a fazer trabalho voluntário?
Na minha família, o exemplo de familiares atuando como voluntários em entidades filantrópicas já foi um fator incentivador. Sou a quarta geração da minha família que mantém o trabalho voluntário com pessoas com deficiência visual.  Minha bisavó trabalhou no Benjamim Constant, no Rio de Janeiro. A biblioteca falada desta instituição iniciou-se em seu apartamento na capital carioca.
As pessoas com deficiência visual frequentavam a sua casa constantemente para retirada de livros falados e nós, os netos e bisnetos, convivíamos com eles o tempo todo. Isso acontecia principalmente nas férias.  A minha avó trabalhou na Fundação Dorina Nowill e minha mãe ainda é voluntária nesta instituição. Trabalhei 20 anos na área financeira e quando tive uma maior disponibilidade de tempo, nada mais natural que seguir o mesmo caminho e o bom exemplo da minha família.

O que mais gosta em ser voluntário?
É um processo altamente gratificante. Ao ajudar o próximo, primeiramente, valorizo mais o que tenho e que, na correria do dia-a-dia, muitas vezes me esqueço da importância, tais como a visão. Mais importante ainda, vejo que com poucos atos nós podemos transformar vidas.  Quando pensamos em Brasil, com tantas carências, tantas coisas que podem ser feitas, também percebemos que pequenos gestos podem gerar grandes impactos.

Qual é a sua mensagem para convidar outras pessoas para o voluntariado?
Não é necessário ter nenhuma habilidade, experiência, técnica especial para se tornar um voluntário. Todo mundo tem algo com a qual pode contribuir para a sociedade, quer seja acompanhar um idoso em uma tarefa, lendo para uma pessoa cega ou com baixa visão ou brincando com crianças em um orfanato.  Da mesma forma, tempo é uma questão apenas de iniciar. O momento certo de começar um trabalho voluntário é sempre! Só há vantagens!


Conheça mais sobre a Instituição em: http://www.fundacaodorina.org.br/

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Selo Organização Parceira: APAE SP

A APAE de SP foi fundada em 1961, com o objetivo de promover a prevenção e a inclusão da pessoa com Deficiência Intelectual, produzindo e difundindo conhecimento. Além de atuar em todas as fases da vida, da infância ao processo de envelhecimento, foi pioneira em introduzir o Teste do Pezinho no Brasil, possuindo a o maior laboratório do País especializado na área e credenciado pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em Triagem Neonatal. Desde 2001, já foram realizados mais de 13 milhões de testes em bebês brasileiros.

O principal objetivo da APAE SP é promover a autonomia das pessoas com deficiência intelectual e sua inclusão na sociedade.

A APAE SP vem sendo certificada com o SELO ORGANIZAÇÂO PARCEIRA desde 2005/2006, o que comprova a excelência e seriedade de seu trabalho. Esta semana o voluntariado da APAE SP completa 42 anos. 

Conheça mais esta instituição e saiba como ajuda-la: http://www.apaesp.org.br/SaibaComoAjudar/Paginas/default.aspx