segunda-feira, 27 de julho de 2015

5 qualidades que fazem um bom Voluntário

Dia 20 de julho foi o DIA DO AMIGO!

Amigo de verdade dá boa dicas e  ideias!   
Ficam aqui descritas as  5 qualidades que fazem um bom Voluntário e que com certeza fazem também um bom amigo! 

O trabalho voluntário realizado tem que ser também muito importante e prazeroso  para quem está com a mão na massa! É fundamental refletir: vale a pena o tempo e esforço dedicados?
Apresentamos aqui 5 pontos de atenção e dicas para quem quer fazer parte dessa corrente do bem  e uma reflexão sobre  que no voluntariado quem doa tempo, trabalho e talento está oferecendo também! 
        1.Criatividade: no voluntariado é permitido  sonhar!  Colocar a  imaginação e deixar a marca pessoal;
2.Energia: existe um esforço físico , intelectual e emocional para fazer bem feito o bem;
3.Flexibilidade: nem sempre, por mais que haja organização para as ações,  as atividades acontecem como foram planejadas. No trabalho voluntário muitas vezes  necessário adaptar-se;
4.Integridade: tem que haver confiança, responsabilidade, honestidade e sinceridade. A maneira como se trabalha mostra se realmente existe comprometimento.
5. Alegria:  quando as pessoas usam seus talentos com paixão e bom humor as tarefas se tornam leves

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Fazer o Bem Faz Bem para Você! Doing good is good for you

Sabemos há muito tempo que as horas e os recursos que os indivíduos contribuem 
através de esforços voluntários promovem muitas e relevantes melhorias nas comunidades.

A pesquisa realizada fala que o trabalho voluntário vai muito além disso! O voluntariado faz as pessoas se sentirem bem!
Voluntários ativos e engajados em suas comunidades  tem
benefícios para a saúde e muito mais bem-estar.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

7 bilhões cuidando uns dos outros!


Não existe outra forma de mudar e melhorar o nosso Planeta!
Voluntariado é ferramenta a disposição de quem quer colocar a mão na massa e fazer a diferença, deixar um legado e promover essas mudanças: 
hoje aqui e agora e para as gerações futuras! 

É preciso acreditar e realizar! 

Acompanhe as oportunidades  de trabalho voluntário que o CVSP divulga: 
www.voluntariado.org.br 
https://www.facebook.com/centrodevoluntariadodesaopaulo





sexta-feira, 3 de julho de 2015

Brasil subiu uma posição no índice mundial de doações que abrange 135 países ao redor do globo: saiu da 91ª para a 90ª

O Brasil subiu uma posição no índice mundial de doações que abrange 135 países ao redor do globo. O país saiu da 91ª para a 90ª posição, de acordo com a pesquisa World Giving Index 2014 divulgada divulgado anualmente desde 2010, é encomendado pela instituição britânica CAF, Charities Aid Foundation, ao instituto de pesquisa Gallup World Pool e aqui no Brasil coordenado e divulgado pelo IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social. Os dados mostram:
 22% dos brasileiros entrevistados afirmaram ter doado dinheiro para organizações da sociedade civil,
40% ajudaram desconhecidos e
16% fizeram algum tipo de trabalho voluntario.

10 principais países no quesito voluntariado:


Turcomenistão, Uzbequistão e o Tajiquistão permanecem neste grupo pelo percentual de pessoas que praticam voluntariado acredita-se que esses antigos estados soviéticos compartilham da cultura obrigatória do “subbotnik”, a doação de um sábado ao voluntariado ou ao trabalho sem retorno financeiro.
O Butão foi incluído no World Giving Index, enquanto o voluntariado na Irlanda e na Nigéria aumentou 4% e 5%
A Malásia, de 19% em 2012 a 41% em 2013, que a fez subir cinquenta posições nos rankings de voluntariado e isto pode ser devido a sua resposta humanitária ao Tufão Haiyan.
A Índia tem o máximo de pessoas doando seu tempo ao voluntariado, com uma estimativa de 186,5 milhões com esse hábito.
A China alcança somente o quarto lugar nesta lista, sendo superada até pela Indonésia, apesar de ter seis vezes a sua população – esta posição se deve a somente 6% da população chinesa pesquisada praticar o voluntariado.

Pontuações do comportamento de doações continental
Por todos os continentes, ajudar um estranho é a forma mais comum de doação. Mesmo com o consenso a principal forma de solidariedade, os continentes diferem em seus padrões de doação.
 Nas Américas, Ásia e Europa, ajudar um estranho é cerca de duas vezes mais comum do que voluntariado, e doar dinheiro fica em algum lugar entre ambos.
Na África, ajudar um estranho é cerca de três vezes mais comum que o voluntariado junto a uma organização e a doação de dinheiro para a organizações sociais, sugerindo que a generosidade neste continente consiste bem mais em assistência “informal” pessoal e com base na comunidade.
Na Oceania, as proporções de ajuda a um estranho e doação de dinheiro são bem mais igualadas, com estas formas de doação somente uma vez e meia mais comum que o voluntariado.
Participação continental na doação de dinheiro, voluntariado e ajuda a um estranho e participação em 5 anos



Recomendações para os governos ao redor do mundo:
·         Certificar-se que organizações sem fins lucrativos sejam reguladas de forma justa, consistente e abertas tornar mais fácil para as pessoas doarem e oferecer incentivos para a doação, sempre que possível;
·         Garantir que as organizações sem fins lucrativos sejam transparentes e informem ao público sobre seu trabalho;
·         Promover a sociedade civil como voz independente na vida pública;
·         Respeitar o direito das organizações sem fins lucrativos de fazerem campanhas de captação e de voluntariado;

·         Encorajar a doação à medida que as nações desenvolvem suas economias, aproveitando as crescentes classes médias do globo.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Sustentabilidade e Voluntariado

Em tempo de profundas mudanças climáticas que estão trazendo enormes consequências econômicas, sociais e ambientais, é mais do que necessário, é imprescindível repensar o modelo de produção e consumo vigente. O planeta não suporta mais o uso dos recursos naturais insustentáveis. A participação de cada cidadão em ações concretas é o caminho em direção a um modelo de desenvolvimento sustentável. A Conferência Rio+20 demonstrou o forte poder de influência da sociedade civil e como o voluntariado pode ser a ferramenta de convite para a participação de todos em direção ao desenvolvimento sustentável.



O Voluntário é o protagonista, o agente de transformação social que prestas serviços não remunerado doando seu tempo, suas habilidades  e a sua energia. Um ator  social fundamental para  a  diminuição de  desigualdades sociais e promoção da inclusão social; a erradicação da pobreza, a promoção da igualdade entre gêneros e racial;  a proteção ambiental e promoção das energias renováveis;  e ainda a valorização da educação e saúde. Tudo isso aliado às sociedades pacíficas e inclusivas para que a justiça social seja colocada como meio e fim estratégico na construção dessa sociedade que queremos hoje, aqui e agora e também deixada de legado para as gerações futuras. 

Termino minhas reflexões com uma frase que li na internet, esperando  inspirar da ação! 
A base de toda a sustentabilidade é o desenvolvimento humano
que deve contemplar um melhor relacionamento do homem
com os semelhantes e a Natureza.
N. Anderáos

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Dos ODMs para os ODSs: sustentabilidade e os desafios para 2030



Porque os ODMs?
Em 2000, a ONU – Organização das Nações Unidas - ao analisar os maiores problemas mundiais, estabeleceu 8 Objetivos do Milênio – ODM, que no ficaram conhecidos como os 8 Jeitos de Mudar o Mundo. 

Compartilhar a situação global
Ter um quadro com tudo incluído e planejado para a ação
Definir claramente os objetivos e metas


O que aconteceu até 2015?

1.2 bilhões de pessoas no mundo ainda vivem na pobreza
Milhões sem acesso a trabalho e geração de renda
A terra sofre com o aquecimento global!



Sustentabilidade e os ODS: é a forma de construirmos o mundo que desejamos!




Quem é o IMPACT 30?

Grupo de empresas globais que por meio do avanço da prática e impacto do voluntariado empresarial vão  voluntários corporativas mundiais para apoiar a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – agenda pós 2015.
IMPACT 2030 acredita que um compromisso com o voluntariado empresarial quando usado em conjunto com as Nações Unidas , empresas do mesmo setor , governo, academia e sociedade civil - é uma ferramenta poderosa para acelerar a realização global do Desenvolvimento Sustentável e inspirar o setor privado para a ação positiva ..
O grupo IMPACT 2030 está empenhado em promover, alinhar e facilitar o voluntariado corporativo e canalizar os esforços das empresas associadas para que os ODSs sejam atingidos. O objetivo  é promover o  envolvimento dos stakeholders e trabalhar junto  destacandoo potencial do Voluntariado Corporativo e desenvolvimento de Habilidades


Como o Voluntariado Empresarial pode contribuir para que até 2030 esses 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável possam ser alcançados? 

Trabalhar no sentido de satisfazer as necessidades humanas básicas através da provisão de programas de voluntariado empresarial voltada para a erradicação da pobreza e da desigualdade em todas as suas formas até 2030.
Trabalhar com instituições governamentais e outras partes interessadas para garantir o acesso a alimentos seguros, nutritivos e suficientes para todas as pessoas com o objetivo final de acabar com a fome até 2030.
Complementar e reforçar a capacidade de todos os países , particularmente os países em desenvolvimento , na gestão de riscos nacionais e globais de saúde , nomeadamente através do reforço do papel das organizações comunitárias de saúde.
Forneça a igualdade de acesso à formação profissional , bem como formas complementares de educação não formal , tais como o aprendizado de serviço e comunidade de base à base de aprendizagem para os mais vulneráveis ​​.
Mobilizar voluntários corporativos de participar ativamente e promover campanhas públicas e programas para promover a mudança de comportamento para alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas , bem como para reverter a violência contra as mulheres.
Entregar capacidade no desenvolvimento de infra-estrutura para garantir o acesso ao saneamento e à higiene adequada e equitativa para todos.
Promover iniciativas de voluntariado corporativo para apoiar a expansão do acesso à energia acessível, confiável, sustentável e moderno para todos.
Foco iniciativas de voluntariado empresarial em iniciativas de desenvolvimento de competências destinadas a aumentar a empregabilidade e empreendedorismo social, especialmente entre as mulheres , os jovens e as pessoas em situação de vulnerabilidade .
Incentivar o desenvolvimento e implantação de iniciativas de voluntariado corporativo voltadas para o fornecimento de soluções inovadoras locais para a construção de infra-estrutura resiliente , e para melhor planejar e gerenciar novos e existentes assentamentos humanos .
Promover estilos de vida sustentáveis ​​entre as nossas empresas da força de trabalho e membros através do estímulo à adoção de padrões sustentáveis ​​de consumo e produção a nível mundial.
Envolver voluntários corporativos em educar e treinar as comunidades em resposta relacionada com o clima de desastres, mitigação, adaptação, redução de impacto, a recuperação de curto e longo prazo, e de alerta precoce.
Facilitar o desenvolvimento de competências por meio de iniciativas de voluntariado empresarial na área da conservação e utilização sustentável dos recursos marinhos e dos ecossistemas terrestres Facilitar a comunidade e iniciativas de voluntariado empresarial no sentido de sensibilizar de uma cultura de paz e não- violência e na promoção da coesão social e da reconciliação em situações de pós -conflito.
Contribuir ativamente experiência de voluntariado empresarial e capacidade para reforçar as capacidades nacionais e internacionais para adquirir e analisar dados relevantes para medir e avaliar o progresso em relação a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável .




sexta-feira, 5 de junho de 2015

Quem és tu?

Separei para esta semana  um vídeo que assisti faz alguns anos e uma palestra de Mario Sergio Cortella.

Quem é você neste vasto Universo? 


Completo a reflexão e a provocação de Mario Sergio Cortella dizendo que cada um de nós pode,  por meio de um voluntariado vibrante, responsável e comprometido, fazer realmente uma diferença neste nosso Planetinha Terra. 

Essa mudança começa em nós e na forma como nos colocamos perante a sociedade, com um olhar fraterno, solidário e cidadão!  



sexta-feira, 29 de maio de 2015

Solidariedade e cidadania também se aprende na escola


Em 1998, foram publicados pelo Ministério da Educação e da Cultura - MEC os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs. Tal documento significou, sem dúvida, um grande avanço para a educação brasileira, afinal, pela primeira vez foi criado, como o próprio nome já indica, um referencial único para toda a educação nacional. Diante da extensão do território brasileiro e suas diversidades regionais, culturais e políticas, foi preciso pensar num documento que respeitasse as diferenças existentes dentro do país e pudesse ser traduzido em propostas regionais. Os PCNs são uma proposta de reorientação curricular que, quando discutida e traduzida regionalmente serve como base/parâmetro para a elaboração da proposta curricular de cada instituição escolar e, conseqüentemente, para o cotidiano da sala de aula. Propõe uma revisão dos currículos escolares, os PCNs estimulam um debate educacional ampliado e aprofundado envolvendo toda a comunidade escolar.




As transformações no mundo do trabalho também pressionam escolas de todo o mundo a questionar-se sobre suas funções, responsabilidades e práticas. Além disso, a sociedade exige alcançar valores morais e a escola vem sendo vista como o local onde devem ser suscitados em cada um de nós tais valores. Instituições escolares de todo o mundo estão direcionando os seus currículos escolares para a formação de homens e mulheres capazes de ingressar no mundo do trabalho, mas também, e acima de tudo, preparados para o exercício da cidadania.  Para que isso seja possível, os PCNs propõem, como pode ser constatado na citação acima, que a escola seja espaço onde referenciais éticos sejam além de discutidos, vivenciados e construídos.Diante do que foi exposto até aqui, percebe-se que temas como ética, cidadania, respeito e solidariedade são bastante enfatizados nos PCNs, o que significa que existe uma vontade política de fazer com que a escola brasileira seja responsável em formar cidadãos que tenham atitudes de solidariedade, de cooperação, de participação social e política, de justiça e de respeito. Somado a isso, existe uma demanda da sociedade em tornar a escola espaço de debate e exercício da solidariedade.
Assim, algumas escolas brasileiras optam por estimular seus alunos a planejar e desenvolver projetos de voluntariado, pois percebem nessa atividade uma oportunidade dos alunos vivenciarem e discutirem referenciais éticos. O desenvolvimento de projetos de voluntariado traz benefícios tanto para comunidade que recebe a ação, quanto para alunos, professores, enfim, para toda a escola que a planeja e desenvolve.
Os alunos que se envolvem com projetos sociais como voluntários têm a oportunidade de se tornarem empreendedores juvenis, ou seja, esses jovens exercitam capacidades como a de imaginar, de planejar e de colocar em prática sonhos e projetos. Tornam-se protagonistas de transformações dentro e fora da escola, exercitando assim a participação ativa nas transformações necessárias à sua comunidade. O jovem voluntário é capaz de concretizar projetos pessoais, favorecendo assim o seu desenvolvimento emocional e, consequentemente, profissional. Muitas das habilidades exercitadas no voluntariado são, frequentemente, exigidas no mundo do trabalho, porém, poucas vezes, são estimuladas e vivenciadas na escola. 
O professor também é beneficiado quando se envolve em projetos sociais, estimula seus alunos a participarem dessas ações e relaciona tais experiências com os conteúdos curriculares: planejar e desenvolver projetos sociais contribui para que a escola chegue mais perto da realidade dos seus alunos.Já o público alvo que recebe diretamente a ação planejada e desenvolvida pela escola vê a sua realidade transformada positivamente e passa a ter uma relação mais próxima com a instituição escolar, vendo-a como um lugar público que em muito pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida não só pela construção teórica de conhecimentos, mas também, pelo o que é capaz de fazer na prática: a comunidade para dentro da escola e vice-versa.A proposta de trabalhar o tema solidariedade, cidadania e ética dentro das escolas brasileiras não é uma exigência dos PCNs, como já foi dito anteriormente, porém a vivência e o exercício são exigências para a aprendizagem de valores, de comportamentos, atitudes e também habilidades. Isso significa que, se a educação no Brasil, de acordo com os documentos legais que regem a educação nacional, deve estimular a prática da cidadania e da solidariedade, é preciso que a escola dê oportunidade para que seus alunos entrem em contato com situações que os estimulem a se tornarem solidários, críticos e justos, como acontece quando eles se tornam voluntários e participam de ações sociais
.

O movimento é mundial, o voluntariado a ferramenta para alcançarmos uma sociedade mais justa, solidária e cidadã.